terça-feira, 14 de agosto de 2007


Ouvindo algumas coisas que nunca imaginaria ouvi-las antes
Sentido coisas, que nunca tambem imaginaria senti-las
Talvez se resuma em panico e desespero
Mas estou sereno quanto tudo aquilo que ainda desconheço
Não contei ainda os passos da caminhada que todos os dias faço
Minha mente sabe muito bem aonde a levo todos os dias
Me esqueci um pouco das palavras dos poetas
Me concentro agora em entender a poesia cotidiana impressa nas ruas
Ainda tenho amor, disso não abro mão
Me diga então do que vale esse seu pulso morto
Minhas mãos ainda não estão errugadas, o tempo ainda se faz pouco
Há vida, muita vida em cada esquina que cruzo com minha sombra
Unica companhia que se faz presente em quase todas as horas
A noite ela se vai, nao me importa aonde
Sei que no outro dia voltara, com novas historias
Quando sente, que se repete tudo que sente
Difunde na imensidão, no vago e no frio,
Talvez tudo que viveu se repete, e não aprende,
Porque repete tudo que sentes, e não tem como escapar
Então resta apenas o fato de não apenas ser
Existir e ser é o que se deve buscar.

2 comentários:

gUi_ disse...

saaalve nipis ;D

ta bem fóda hein. . .

vo começa o meu hj ;D

abraços amigo.

@:

dead; disse...

te amo (L)