sexta-feira, 31 de agosto de 2007


Sou um homem triste,Senhor!
Tenho como único remédio para afagar minha carência,
a bebida, hoje cito velhas e sábias palavras de Badeulaire:
-E, se algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.

Senhor, mil perdões, pois minha embriagues de vinho esta acentuada, altamente.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007


Poema a Luno Siqueira


Se pudestes, me por mais perto dos teus medos grande amigo.
De grande esse eu, tão pequeno, tão vago, tão vazio.
Amor em mim te dou de graça, assim como tem por inteiro esse coração.
A falta que arde os dias, queimando esperanças onde já não há belas flores.

Vem de leve, um manso repousar em minha memória tua face mais feliz.
Coube a teu caráter distinto perdoar um tolo cego, sozinho por natureza.
Ridículas variações de humor, estúpidas, perversas, inimagináveis canalhices.
Aqui dentro desse peito mora angustia, pesares e lamentações, quem dera a mim,
um pouco de tua genialidade em superar as pedras que nos atiram à cara.

Venho em versos contemplar essa minha paixão, uma das mais belas, forte e pura em si mesmo.
Se das minhas mãos esperas um aperto, das tuas necessito sentir a paz de tua alma inteira.

Venho todos os dias deixar pensamento, encher de amor um já encharcado sentimento.
O velho medo grande amigo, de ser homem e homem se tornar, sempre os mesmos garotos com seus tênis rebentados.
Mas vem a velhice, sentar ao meu lado nessa caneca de café, nesses cigarros,
nesse sorriso amarelo.

Será o tempo sentar numa privada para defecar, tomando um café onde o doce do açúcar não se sobrepõe ao amargo dos grãos martirizados de cafeina.
Talvez encontremos repostas de nessa vida estar, entre as pernas brancas, macias e lisas de nossas meninas, onde a saudade nos tortura.



Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me
The Smiths


Na Noite Passada Eu Sonhei Que Alguém Me Amava

Na noite passada eu sonhei
Que alguém me amava
Nenhuma esperança, nenhum dano
Apenas mais um alarme falso

Na noite passada eu senti
Braços de verdade me envolvendo
Nenhuma esperança, nenhum dano
Apenas mais um alarme falso

Então me diga
Quanto tempo passou
Antes do último?
E me diga quanto tempo passou
Antes da pessoa certa?

A história é antiga - eu sei
Mas ela continua
A história é antiga - eu sei
Mas ela continua
Continua...





quarta-feira, 29 de agosto de 2007


Velho amor novo


Escrevo hoje por que tenho sede,
não estou buscando nada mais
do que preencher as lacunas
onde só habitam
vários pontos de interrogação,
sinto o tremor e os clarões.
Vejo de cima minha alma
a sinalizar imperdoavelmente o alerta,
mas já, tarde demais,
coração a oscilar notavelmente.

O café esta negro, tão puro, forte e lindo,
como aquela mulata que um dia no pilão
numa senzala esmagou em muitas poesias passadas.
Minha velha pretensão de ter o que amo,
agora simplesmente, não se faz pretensão,
apenas o coração batendo por paixão.
Caiu cedo demais
alguns orgulhos quaisquer,
que deviam junto aos cabelos,
cair somente após alguns muitos anos.

Longe do meu lado
cultivo o sofrimento herdado
de outras vidas,
não me vejo com filhos ou criando gado,
praticando algum esporte raramente talvez.
Sim. Algumas esperanças desse homem se perdem,
mas torna a se cruzar novamente
na próxima esquina,
que torno a pensar nela.
Fica amor sempre e em tudo.

Caro amigo,
em vão, tento consertar,
soldado de uma guerra invisível e sombria,
mas, não citarei moinhos nem cavaleiros malucos.
Hoje escuto uma sinfonia composta há muito tempo.
Encontrei abrigo no som desse piano que toca no radio.
Radio radio, não me deixes sozinho.
És o único a me acompanhar uma prosa.
Sim me golpearam ao longo dos anos.
Mas ficou amor, na vaga, no silêncio e no frio.


segunda-feira, 27 de agosto de 2007



Atravesse comigo

Mergulharei fundo mesmo que meu coração arrego e redenção peça.
Meus olhos se entristecem sem prévio aviso, sem ter tempo pra preparar o corpo pra uma dor futura, falta algo, mas o que falta senhor?
Os dias são como todos outros, em que luto contra a falta de tudo que nunca tive ou já tive e perdi, me livrando das magoas que querem dilacerar tudo que sou.
Coloco agora, as palavras diretamente no papel.
Deposito agora, somente agora, verdades, em que por orgulho, insisto em omitir atrás de muralhas invisíveis.
Entretanto, agora e eternamente agora, amo em todos agoras da minha vida.
Tenho a dádiva de todos os dias pensar e nas noites sonhar com ela.
Pois minha vida e tudo que faz da minha matéria e alma existirem, se esbarram nela.
Nossa existência nos priva de cumprir a cota necessária de encontros. Mas me da forças, a certeza, em que, algum lugar, de algum ponto, desse universo nossas almas se cruzam num lugar seguro.

domingo, 26 de agosto de 2007

Uma música em versão datilografada:::::::::::::

Lamas nas ruas
Zeca Pagodinho


Deixa
desaguar tempestade
Inundar a cidade
Porque arde um sol dentro de nós

Queixas
sabes bem que não temos
E seremos serenos
Sentiremos prazer no tom da nossa voz

Veja
o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim

Vim pra provar que o amor quando é puro
Desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol
Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa?

Se há
tanta lama nas ruas
E o céu
é deserto e sem brilho de luar

Se o clarão da luz
Do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá


Veja
o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim

Vim pra provar que o amor quando é puro
Desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol
Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa?

Se há
tanta lama nas ruas
E o céu
é deserto e sem brilho de luar

Se o clarão da luz
Do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá (se há)

Me permito nesse instante um dialogo com Deus:

Sei da minha juventude e de tudo que ainda tenho pela frente, mas queria agora teu perdão, da maioria das orações que me ensinaram, me esqueci.

Caro amigo, que vida me deu mais de duas vezes, sinto que muitas vezes no meu egoísmo covarde, deixei de algumas noites de dizer que sou grato. A cada esquina que me perdi e depositei algumas coisas, das mais belas que me destes, sem motivo algum, sob nenhum lugar solido.

Somente pelo prazer da carne, em que me tampou os olhos e me fez esquecer do meu caminho.

Sou grato por me permitir ao menos um abraço, e sabes que necessito demais dela ao meu lado.

Meu Deus, tomara que não sejas tarde demais.


sábado, 25 de agosto de 2007


Algum sentido


Resulta da espera infinita muito mais do que se pode colher, a verdade não se esconde atrás de garrafas vazias.

Pra um amor que não quer deixar de ser amor, apenas um pouco mais de calma, para se completar a adaptação do ambiente a essa falta que não é só dor.

Quem sabe até não existe mais dor alguma, toda essa vontade se resuma a esperança de quem um dia voltaras por portas entre abertas a dizer eu te amo.

As cortinas escuras lacram o sol e não deixam que se lembre que há vida lá fora, longe dessa janela que permite ocultar meus sofrimentos mais íntimos.

Meus medos insistem em realidade se tornar, antes fosse a minha queixa um brinquedo que deixei de ganhar, uma comida que minha mãe na cozinha deixou de fazer.

A este homem cabe a certeza de que o primeiro amor passou, o segundo amor passou, o terceiro amor passou e desse terceiro talvez o mais covarde.

Há de um dia voltar a ver homens plantando flores, perdoando as arvores, mesmo que essas mal nenhum tenham feito.

No instante mais covarde, teus lábios muito mais vermelhos e insinuantes do que aquela velha maça, mais vermelha que o próprio vermelho, afogada em desejo. Onde a bruxa do conto de fadas a entregava, ela, a bruxa, destruída pela inveja, da pura beleza, da moça branca e inocente.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007


Em memória a uma bandeira

Como se fizessem desses dias que tenho vivido o ultimo, não sei mais, se ainda sei de alguma coisa concreta alem das certezas que são impressas nas bulas dos remédios.

No banco de madeira, deposito meus ossos, ossos que tem me acompanhado tão fielmente todos esses anos em que busco algum sentido ainda omitido.

Tenho que discordar, a carne não é fraca, nos meus delírios e fantasias mais absurdos ela se faz forte para o corpo agüentar a pressão da mente.

Um ultimo gole, da ultima gota, da ultima reserva de água do planeta, mas isso não importa pra você, afinal, seu corpo é composto por 70% de refrigerante.

Sim, um ultimo amor, do ultimo coração que ainda pulsa e ama nesse planeta, mas isso também não importa, afinal, nunca amou nada que não fosse você na frente do espelho.

Do meu corpo não escorre mais suor, permito ao suor descanso eterno, na jazida do ouro que os portugueses perdoaram.

Na bandeira de minha pátria roubaram as cores, num apelo silencioso, num grito reprimido, em um gemido cruel de dor, depois da tortura impiedosa, talvez do ultimo comunista que se fez homem.

Hay que endurecer-se pero sin, perder la ternura jamas!"

terça-feira, 21 de agosto de 2007

algumas voltas depois... (em torno de mim mesmo)

Poema sereno

O café esta quente, mas sinto que um pouco de seu sabor se perdeu em algumas paixões passadas.
Os homens insistem em quer ser homem, se consiste em destruir
e superar Deus.
Mas, um pouco atrás me disseram pra ir com calma, resolvi aceitar e cumprir o pedido.
Caminho em passos lentos, ser sereno é lembrar que, não é preciso fazer barulho para ser ouvido
Algumas vezes me esqueço que ainda sofro por algum problema que a essa altura,
outros mais sérios me apagaram a memória, aqueles primeiros.
Como que por acaso, o mesmo acontecera com a maioria dos amigos, que pela porta dos fundos saíram e jamais retornaram.
Se constrói desse homem a mesma genética de todos os outros, talvez por isso me sinta tão só.
Do meu amor, me permito ele inteiro, assim talvez seja mais fácil aceitar que ainda existe algo forte e honesto, que tomam lugar em minha mente pra pensar em ti.
Mulher mista de garota, ainda desconhecida, embriagada pela vida que obrigou a viagens sóbrias.
Sou deste lugar onde me ensinaram que é poético bater em alguém mais fraco e indefeso, sou daqui, mas jamais farei parte daquilo onde o amor é ausente.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007


Uma canção sozinha::::::


3000 folhas

Supercordas


Lá onde o sol se põe
As folhas caem
Eu sigo manso o vôo das monarcas azuis
Por onde não passa luz
Águas concorrem
Com o caminho sob o teto de plantas

Pelos rios de cá corre leite
E a tarde sempre chove mel
Mas meus olhos ainda são de 3000 folhas brancas de papel.

Estradas de açafrão
Aos montes sobem
E eu só flutuo ao som de uma fuga rasteira
E agora o que restou?
Sonhos nublados
E a gravura dos teus olhos de nuvem

Eu sonhando sobre o tapete
Das lilases pétalas de céu
E teu corpo rabiscando
Com onírico pincel

sexta-feira, 17 de agosto de 2007


Algumas palavras para alguem que ainda não chegou, pelo simples fato de preencher o coração...
Feliz sem motivos, mas sorrindo a cada tropeço, porque afinal, ao menos pernas tenho pra caminhar.



Meu Céu de Janeiro


Talvez guarde em mim aqueles segredos, absurdas revelações incógnitas.
Sempre no meu peito aquela dor, sempre no meu universo aquele medo.
Um lamento suave que preenche todos os cantos de um coração que ama.
Aquele puto coração que se perde, não sabe se é ele ou é agora todo ele, ela.
Todo ele amor, entre as mãos que seguram o cigarro, apenas amor, somente amor.
Seu único lado heterossexual, não sabe amar, mas ama, esse único lado que tem.
Ela esta contando sorrisos, vivendo numa bolha de vidro, fechando as cortinas.
Quero me desfazer de uma ridícula adoração, transformar meus sonhos em vida.
Garota estranha, tua estupidez é simples necessidade e medo de amada ser.
Cada canto de sua boca, cada curva que saltam os seios, lagrimas e sorrisos, amo
Cada estrela no meu céu sem econtra em tua alma.
Nesta noite o álcool percorrera cada cano em meu corpo, saudade e falta, porque amo.



quinta-feira, 16 de agosto de 2007


Virando a cerveja enquanto caminhava até a escola haviam muitas estrelas
brilhando diteto para mim, mas a frente vi adutos e crianças jogando peteca,
e disse pensando meio alto:
-Deus, de fato este mundo ainda tem jeito.

Frase de impacto: Prefiro tentar indender o imcopreensivel, a enteder e saber exatamente algo
concreto.


Krafty
New Order

Algumas pessoas levantam com o nascer do dia
Tenho que ir trabalhar, antes que fique tarde
Sentando num carro e dirigindo pela estrada
Não é desse jeito que tem que ser

Mas é isso o que você faz para ganhar seu pagamento diário
É esse o tipo de mundo que nós estamos vivendo hoje
Não é onde você quer estar
E não é o que você quer fazer


Apenas me dê mais um dia (mais um dia)
Dê-me outra noite (somente outra noite)
Eu preciso de uma segunda chance (segunda chance)
Desta vez eu farei certo (desta vez eu farei certo)
Eu direi isso pela última vez (última vez)
Eu tenho que avisá-lo (eu tenho que avisá-lo)
Eu tenho que fazer você mudar de idéia
Eu nunca deixarei você ir

Você tem que olhar para a vida do jeito que ela tem que ser
Olhando para as estrelas, debaixo da árvore
Há um mundo lá dentro e um mundo lá fora
Com aquilo na TV, você simplesmente não se importa

Eles têm violência, guerra e matança também
Tudo reduzido num tubo de dois pés
Mas lá fora o mundo é um lugar lindo
Com montanhas, lagos e a raça humana
E é aqui que eu quero estar
E é isso o que eu quero fazer




o clipe -> http://www.youtube.com/watch?v=BsOuNNP6wLA

terça-feira, 14 de agosto de 2007


Ouvindo algumas coisas que nunca imaginaria ouvi-las antes
Sentido coisas, que nunca tambem imaginaria senti-las
Talvez se resuma em panico e desespero
Mas estou sereno quanto tudo aquilo que ainda desconheço
Não contei ainda os passos da caminhada que todos os dias faço
Minha mente sabe muito bem aonde a levo todos os dias
Me esqueci um pouco das palavras dos poetas
Me concentro agora em entender a poesia cotidiana impressa nas ruas
Ainda tenho amor, disso não abro mão
Me diga então do que vale esse seu pulso morto
Minhas mãos ainda não estão errugadas, o tempo ainda se faz pouco
Há vida, muita vida em cada esquina que cruzo com minha sombra
Unica companhia que se faz presente em quase todas as horas
A noite ela se vai, nao me importa aonde
Sei que no outro dia voltara, com novas historias
Quando sente, que se repete tudo que sente
Difunde na imensidão, no vago e no frio,
Talvez tudo que viveu se repete, e não aprende,
Porque repete tudo que sentes, e não tem como escapar
Então resta apenas o fato de não apenas ser
Existir e ser é o que se deve buscar.

sábado, 11 de agosto de 2007


Ei, eu estou vivo e sabe o que isso significa?
Que estou vivo e pronto, sem mais
O coração bombeia o sangue que circula pelos canos em meu corpo
A maquina arde e pulsa, desejos, sexo, desejo
Uma hora não acharas uma roupa para trocar
Sua cretina, eu sou mais, porque posso ser mais
Então nao tentes em vão me alcançar
Sua cretina, nem mantega de cacau impedira os seus labios de ressecarem



Smashing Pumpkins - Disarm (tradução)
by Smashing Pumpkins

Te desarmar com um sorriso
E te cortar do jeito q você quer me cortar
Cortar aquela pequena criança
Dentro de mim e uma parte de você
Ooh, os anos queimaram

Eu costumava ser um pequeno garoto
Tão velho em meus sapatos
E o que eu escolhi é a minha escolha
O que um garoto estaria suposto a fazer?
O assassino em mim é o assassino em você
Meu amor
Eu envio esse sorriso outra vez pra você

Te desarmar com um sorriso
E te deixar como eles me deixaram aqui
Pra secar em negação
A amargura do único q foi deixado sozinho
Ooh, os anos queimam
Ooh, os anos queimam, queimam, queimam

Eu costumava ser um pequeno garoto
Tão velho em meus sapatos
E o que eu escolho é a minha voz
O que um garoto estaria suposto a fazer?
O assassino em mim é o assassino em você
Meu amor
Eu envio esse sorriso outra vez pra você

O assassino em mim é o assassino em você
Eu envio esse sorriso outra vez pra você
O assassino em mim é o assassino em você
Eu envio esse sorriso outra vez pra você
O assassino em mim é o assassino em você
Eu envio esse sorriso outra vez pra você

quarta-feira, 8 de agosto de 2007


vamos vender almas no sinal
mentes em conservas tambem
vamos ficar ricos e comprar uma fazenda
criar boi
e morrer numa cadeira de balanço a resmungar:
"o que valeu foram os bois, e nada mais."



Piggy
Nine Inch Nails


Ei porco !
Yeah você....
Ei porco, porquinho, porco, porco, porco
Preto e azul e ossos quebrados. voce me deixou aqui.
Eu estou completamente só.
Meu pequeno porco precisou de algo novo

Nada pode me parar agora
Porque nada mais me importa
Nada pode me parar agora
Porque eu não me importo
Nada pode me parar agora
Porque nada mais me importa
Nada pode me parar agora
Porque eu simplesmente não me importo...

Hei porco
Nada está se apresentando do jeito como eu planejei
Hei porco, eu esperava que você fosse me ajudar em um
Monte de coisas
Entende ?
O que eu imaginei fazer, eu perdi minha merda por
Causa de você

Nada pode me parar agora
Porque nada mais me importa
Nada pode me parar agora
Porque eu não me importo
Nada pode me parar agora
Porque nada mais me importa
Nada pode me parar agora
Porque eu simplesmente não me importo...

Nada pode me parar agora
Nada pode me parar agora
Nada pode me parar

Nada pode me parar agora
Nada pode me parar

Nada pode me parar agora
Nada pode parar...

domingo, 5 de agosto de 2007


Mais uma vez sem saber a imagem que me aguarda amanha
Tecendo o medo, sentir-me perto e longe demais
Ter e não ser você, ter e querer você....
Já não sei, se o ar que se renova vale mesmo a pena
Sinto em deixar o que mais dói, e mais que dor se faz
Caistes sem enteder, viveu e vive lembranças
E o que vou fazer?


Nos Seus Olhos
Nando Reis

Olhe nos meus olhos
E diga o que você
Vê quando eles vêem
Que você me vê?

Olho nos seus olhos
E o que eu posso ler?
Que eles ficam melhores
Quando eles me leêm

Eu leio as suas cartas
Eu vejo a letra
Meu Deus que homem forte
Que me contempla

Sou sua mas não posso ser
Sou seu mas ninguém pode saber
Amor eu te proíbo
De não me querer

Olho nos seus olhos
E sinto que você
Faz eles brilharem
Como o astro-rei

Olhe nos meus olhos
E o que você vai ver?
Seu rosto iluminado
A Lua de um além

Eu leio as suas asas,
Borboletas
Meu Deus que linda imagem
Me atormenta

Sou seu mas eu não posso ser
Sou sua mas ninguém pode saber
Amor eu te proíbo
De não
não me querer
De não me querer
não me querer
De não me querer