domingo, 13 de abril de 2008

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Corre para dentro, esquiva-se, some, antes de mais pensar adentro some.

Entender o que, ao que os olhos escapa, é tão difícil sendo também disperso,

É que de tão simples parece inútil, mas firma o existir, finca, braceja.

Mas cansa-se, agarra com toda força e fúria, mas depois de algumas horas solta...

Envolta de todo suor, do mármore derretido pelo sol, da água, enfim, morres.

Mas se perguntares dirá que valeu, valente de toda forma, na recíproca das palavras

firmemente sem intervalos respondera, você sabe o que é, da morte entao sabe-se

que é impossível escapar, que seja por ele morrer, o silencio abriu-se no horizonte,

se fez notar o sol, onde há muito todos só se importavam com a poeira envolta no casco

vazio.

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